Terra-mundo - Para Desfazer O Habitar Colonial
Código: 340589862 / MP958245277

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Neste Livro
Malcom Ferdinand investiga as raízes coloniais de um dos maiores desastres ecológicos da atualidade: a contaminação generalizada das Antilhas pelo agrotóxico clordecona. Longe de ser um acidente isolado, o envenenamento deliberado da população que atinge mais de 90% dos habitantes, do solo e dos rios da Martinica e de Guadalupe é uma das consequências do habitar colonial: um modo violento, racista e patriarcal de se relacionar com a terra, estabelecido pelas colonizações e escravizações da modernidade capitalista.
Abordagem e Análise
Por meio de uma narrativa interdisciplinar dividida em cinco atos, Ferdinand mostra como a estrutura da plantation transformou a Martinica e a Guadalupe em territórios de exceção jurídica, onde a busca pelo lucro na indústria da banana justificou um verdadeiro ecocídio e a desumanização de corpos racializados. A obra denuncia a produção de ignorância e a exclusão sistemática dos povos antilhanos dos processos de decisão política e científica que afetam sua própria vida e os ecossistemas.
Proposta e Inspiração
Para além do diagnóstico da destruição e inspirado por pensadores como Frantz Fanon e Édouard Glissant, Ferdinand propõe uma justiça decolonial que conecta as lutas antissenhoriais contemporâneas às lutas antiescravistas do passado, em um prolongamento transgeracional de uma luta ancestral.
Visão de Futuro
Ao imaginar um estado sem plantation, fundamentado em uma ciência crioula e em uma nova poética do cuidado, o autor nos convida a repensar a relação da humanidade com todo o tecido vivo, a amar a terra e a inventar formas mais justas e dignas de lidar com os outros seres que nela habitam.
Palavras-chave
- Raízes Coloniais
- Desastres Ecológicos
- Contaminação
- Clordecona
- Habitar Colonial
- Violência
- Racismo
- Patriarcado
- Colonizações
- Escravizações
- Modernidade Capitalista
- Narrativa Interdisciplinar
- Plantation
- Territórios de Exceção Jurídica
- Lucro
- Indústria da Banana
- Ecocídio
- Desumanização
- Corpos Racializados
- Produção de Ignorância
- Exclusão Sistemática
- Povos Antilhanos
- Decisão Política
- Decisão Científica
- Ecossistemas
- Diagnóstico da Destruição
- Frantz Fanon
- Édouard Glissant
- Justiça Decolonial
- Lutas Antissenhoriais
- Lutas Antiescravistas
- Luta Ancestral
- Estado sem Plantation
- Ciência Crioula
- Poética do Cuidado
- Relação da Humanidade
- Tecido Vivo
- Amar a Terra
- Formas Justas
- Formas Dignas
- Outros Seres
Valor e prazo de entrega
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| Importante | |
|---|---|
| Código da Certificação ANVISA | Não se aplica |
| Código da Certificação MAPA | Não se aplica |
| Código da Certificação INMETRO | Não se aplica |
| Código da Homologação | Não se aplica |
Neste Livro
Malcom Ferdinand investiga as raízes coloniais de um dos maiores desastres ecológicos da atualidade: a contaminação generalizada das Antilhas pelo agrotóxico clordecona. Longe de ser um acidente isolado, o envenenamento deliberado da população que atinge mais de 90% dos habitantes, do solo e dos rios da Martinica e de Guadalupe é uma das consequências do habitar colonial: um modo violento, racista e patriarcal de se relacionar com a terra, estabelecido pelas colonizações e escravizações da modernidade capitalista.
Abordagem e Análise
Por meio de uma narrativa interdisciplinar dividida em cinco atos, Ferdinand mostra como a estrutura da plantation transformou a Martinica e a Guadalupe em territórios de exceção jurídica, onde a busca pelo lucro na indústria da banana justificou um verdadeiro ecocídio e a desumanização de corpos racializados. A obra denuncia a produção de ignorância e a exclusão sistemática dos povos antilhanos dos processos de decisão política e científica que afetam sua própria vida e os ecossistemas.
Proposta e Inspiração
Para além do diagnóstico da destruição e inspirado por pensadores como Frantz Fanon e Édouard Glissant, Ferdinand propõe uma justiça decolonial que conecta as lutas antissenhoriais contemporâneas às lutas antiescravistas do passado, em um prolongamento transgeracional de uma luta ancestral.
Visão de Futuro
Ao imaginar um estado sem plantation, fundamentado em uma ciência crioula e em uma nova poética do cuidado, o autor nos convida a repensar a relação da humanidade com todo o tecido vivo, a amar a terra e a inventar formas mais justas e dignas de lidar com os outros seres que nela habitam.
Palavras-chave
- Raízes Coloniais
- Desastres Ecológicos
- Contaminação
- Clordecona
- Habitar Colonial
- Violência
- Racismo
- Patriarcado
- Colonizações
- Escravizações
- Modernidade Capitalista
- Narrativa Interdisciplinar
- Plantation
- Territórios de Exceção Jurídica
- Lucro
- Indústria da Banana
- Ecocídio
- Desumanização
- Corpos Racializados
- Produção de Ignorância
- Exclusão Sistemática
- Povos Antilhanos
- Decisão Política
- Decisão Científica
- Ecossistemas
- Diagnóstico da Destruição
- Frantz Fanon
- Édouard Glissant
- Justiça Decolonial
- Lutas Antissenhoriais
- Lutas Antiescravistas
- Luta Ancestral
- Estado sem Plantation
- Ciência Crioula
- Poética do Cuidado
- Relação da Humanidade
- Tecido Vivo
- Amar a Terra
- Formas Justas
- Formas Dignas
- Outros Seres
