Solidariedade E Interesse: Motivações E Estratégias Na Cooperação Internacional Para O Desenvolvimen
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O Livro Solidariedade E Interesse: Motivações E Estratégias Na Cooperação Internacional Para O Desenvolvimento Apresenta Os Resultados De Mais De Uma Década De Pesquisas De Carlos R. S. Milani Sobre Como Os Estados Utilizam A Cooperação Como Ferramenta De Suas Respectivas Políticas Externas. Contando Também Com Sua Experiência De Gestor De Projetos Internacionais No Âmbito Da Unesco Durante Mais De Oito Anos, O Autor Apresenta A Cooperação Internacional Para O Desenvolvimento (cid) Como “campo Político” Das Relações Internacionais. Ademais, Analisa Como A Cid Tem Cumprido Papel De Amortecedor Das Tensões Internacionais E Integrado, Em Distintos Momentos Históricos, Os Processos De Negociação E Reconstrução Da Ordem Mundial. Assim Foi No Pós-segunda Guerra, Quando A Agenda Do Desenvolvimento E Da Cooperação Recebeu Grande Impulso De Institucionalização Pelos Estados Unidos, Graças À Competição Ideológica Entre Capitalismo E Comunismo, Acirrada Pelos Processos De Descolonização. Também Ao Final Da Guerra Fria, Agências Bilaterais E Multilaterais Depositaram Muitas Esperanças Nos Chamados “dividendos Da Paz” Que Resultariam Do Que Se Imaginava Poder Poupar Com A Redução Dos Programas De Desarmamento E Dos Orçamentos Militares. Os “dividendos Da Paz”, Beneficiariam, Assim, Esforços Internacionais Para O Desenvolvimento De Países Africanos, Latino-americanos, Asiáticos E Do Leste Europeu. E Agora, Na Aurora Do Século Xxi, A Cooperação Sul-sul, A Cooperação Triangular, Os Fundos Público-privados E Os Mais Diversos Arranjos Institucionais Da Cid Passam A Ocupar O Centro Dos Interesses Da Política Internacional, Uma Vez Que Muitas Potências Regionais E Emergentes, Dentre As Quais Estão A China, A Índia, A África Do Sul, O Brasil E A Turquia, Têm Passado A Utilizar Mais Intensamente E De Modo Estratégico Essa Ferramenta Em Suas Agendas De Política Externa, Disputando Territórios E Solidariedades No Espaço Mundial E Reivindicando Mudanças Nos Padrões De Relacionamento Entre O Ocidente E O Chamado “sul Geopolítico”.
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O Livro Solidariedade E Interesse: Motivações E Estratégias Na Cooperação Internacional Para O Desenvolvimento Apresenta Os Resultados De Mais De Uma Década De Pesquisas De Carlos R. S. Milani Sobre Como Os Estados Utilizam A Cooperação Como Ferramenta De Suas Respectivas Políticas Externas. Contando Também Com Sua Experiência De Gestor De Projetos Internacionais No Âmbito Da Unesco Durante Mais De Oito Anos, O Autor Apresenta A Cooperação Internacional Para O Desenvolvimento (cid) Como “campo Político” Das Relações Internacionais. Ademais, Analisa Como A Cid Tem Cumprido Papel De Amortecedor Das Tensões Internacionais E Integrado, Em Distintos Momentos Históricos, Os Processos De Negociação E Reconstrução Da Ordem Mundial. Assim Foi No Pós-segunda Guerra, Quando A Agenda Do Desenvolvimento E Da Cooperação Recebeu Grande Impulso De Institucionalização Pelos Estados Unidos, Graças À Competição Ideológica Entre Capitalismo E Comunismo, Acirrada Pelos Processos De Descolonização. Também Ao Final Da Guerra Fria, Agências Bilaterais E Multilaterais Depositaram Muitas Esperanças Nos Chamados “dividendos Da Paz” Que Resultariam Do Que Se Imaginava Poder Poupar Com A Redução Dos Programas De Desarmamento E Dos Orçamentos Militares. Os “dividendos Da Paz”, Beneficiariam, Assim, Esforços Internacionais Para O Desenvolvimento De Países Africanos, Latino-americanos, Asiáticos E Do Leste Europeu. E Agora, Na Aurora Do Século Xxi, A Cooperação Sul-sul, A Cooperação Triangular, Os Fundos Público-privados E Os Mais Diversos Arranjos Institucionais Da Cid Passam A Ocupar O Centro Dos Interesses Da Política Internacional, Uma Vez Que Muitas Potências Regionais E Emergentes, Dentre As Quais Estão A China, A Índia, A África Do Sul, O Brasil E A Turquia, Têm Passado A Utilizar Mais Intensamente E De Modo Estratégico Essa Ferramenta Em Suas Agendas De Política Externa, Disputando Territórios E Solidariedades No Espaço Mundial E Reivindicando Mudanças Nos Padrões De Relacionamento Entre O Ocidente E O Chamado “sul Geopolítico”.