Rumor De Pétala

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O Conjunto De Poemas De Rumor De Pétala, Estruturados Com Base No Haiku, Tendem A Uma Perquirição De Temas Fundamentais Do Ser: Amor, Morte E Poesia, E Esta Como Um Dispositivo Crítico Que Ajuda A Refundar A Vida. Há Assim Vários Poemas Que, Como Na Tradição Lírica Japonesa, Ligam Os Elementos Da Natureza A Essa Tentativa De Compreensão Cósmica Do Ser: “atravessar Qualquer Estação / Perfume De Flor / Venta O Verso”(p. 93), Ou Acentuando Os Links Dessa Tradição Lírica: “um Pátio De Sombra/ A Poesia É Velha/ O puro Cheiro De Lilás”(p. 193). justamente, Talvez, Por Tentar Renovar A Experiência Do Haiku Com Seus “poemas-experimento” E Com Versos Que Trazem Uma Força Do Pensamento, Rumor De Pétala Se Mostra Adequado À Inauguração Do Selo. Os Poemas Brincam Com A Delicadeza, Mas Fazem Com Que, Através Dessa Simbologia Poética, Confrontemos Temas Pesados, Como A Morte: “respirar Vertiginosos/ Mares Sepulcrais / Fluxos Flores” (p. 65). Mas O Leitor Há De Descobrir Jogos Interessantes Da Criação Poética De Wagner (assinado Pelas Consoantes), Num Processo De Entrelaçamento Ou Interpolação Intratextual Dos Poemas Que Compõem O Livro. Vale Ressaltar Que O Projeto Gráfico Assinado Por Gabrielli Ambrozio Apresenta Duas Capas, Com As Quais Foram Impressos Os Exemplares. O Leitor Pode Assim Escolher Entre Uma Capa Clara E Limpa, Evocando Pela Imagem Uma Árvore, Sem Folhas, Sem Flores, E Outra Capa, Cuja Imagem Sugere A Árvore Por Suas Raízes, Essa Um Pouco Mais Opaca. Ambas As Imagens, Porém, Podem Despertar Em Seu Potencial Simbólico A Imaginação Do Leitor, Partindo Pela Via Da Árvore Ou Do Rizoma, Conforme Os Conceitos Deleuzianos.