Quem Se Associa Se Afia: A Profissionalização Dos Artistas Plásticos Em Pernambuco
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Contribuição ao Universo da História da Arte Brasileira
É muito bem-vinda a contribuição do historiador e Prof. Dr. José Brito ao complexo e polissêmico universo da história da arte brasileira.
O Debate em Torno da Profissionalização dos Artistas Plásticos de Pernambuco
O debate em torno da profissionalização dos artistas plásticos de Pernambuco, pós-anos 50, surge como uma tentativa salutar de cartografar as múltiplas existências desses agentes culturais que passaram a dialogar com as agendas políticas e sociais de diversos períodos da história do Brasil.
Deslocando o debate para regiões em que a historiografia oficial do campo das artes não dava a devida importância.
Análise dos Artistas Plásticos de Pernambuco (1950-1980)
Os artistas plásticos de Pernambuco, atuantes entre o período de 1950 a 1980, são analisados nesta obra enquanto uma categoria que disputou e negociou direitos trabalhistas por meio de associações internacionais e locais.
Associações: Locais de Resistência e Negociação Política
- Associação Internacional de Artes Plásticas - AIAP
- Associação de Artistas Plásticos Profissionais de Pernambuco - AAPPE
Essas associações estruturam-se enquanto importantes lócus de resistência e negociações políticas em torno dos direitos de existir enquanto artistas profissionais ao dialogar com as novas burocracias implementadas pelo Estado brasileiro e pela ditadura civil militar no Brasil.
Gerenciamento da Imagem e Ampliação de Redes
Os artistas profissionais passam a gerenciar sua imagem negociando com os novos espaços especializados em acolher o artista e o saber epistêmico em torno das artes plásticas, ampliando suas redes de contato, networks , que se dilatam no momento que esses agentes modernos passam a ser figuras desterritorializadas mediante sua arte.
Metodologia de Pesquisa
Para dar conta de uma temática tão singular e multifacetada, o historiador José Brito percorre uma série de arquivos, museus, coleções particulares e públicas que são responsáveis pela guarda da memória do campo artístico de Pernambuco e do mundo.
E ainda cruza informações de fontes impressas como:
- Jornais
- Revistas
- Catálogos
- Fotos
- Atas
- Correspondências
- Etc.
Com fontes orais extraídas de uma série de entrevistas realizadas com artistas plásticos que vivenciaram o debate em torno da profissionalização no período estudado.
Desconstrução de Ideias e Exposição de Lutas Cotidianas
Embasado com as mais atuais teorias do campo das artes, da história da arte, sociologia da arte e história política, este livro desconstrói a secular ideia da existência de artistas vocacionados, e os expõe dentro de um recorte espacial e temporal repleto de lutas cotidianas para a garantia da sobrevivência desses agentes.
Processo de Profissionalização como Processo Político
O livro destaca o processo de profissionalização dos artistas plásticos de Pernambuco enquanto um processo político que varia nas escalas temporais e culturais, mas que fazem parte do novo habitus social do artista moderno em diversas regiões do Brasil pós-anos 50.
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| Código da Homologação | Não se aplica |
Contribuição ao Universo da História da Arte Brasileira
É muito bem-vinda a contribuição do historiador e Prof. Dr. José Brito ao complexo e polissêmico universo da história da arte brasileira.
O Debate em Torno da Profissionalização dos Artistas Plásticos de Pernambuco
O debate em torno da profissionalização dos artistas plásticos de Pernambuco, pós-anos 50, surge como uma tentativa salutar de cartografar as múltiplas existências desses agentes culturais que passaram a dialogar com as agendas políticas e sociais de diversos períodos da história do Brasil.
Deslocando o debate para regiões em que a historiografia oficial do campo das artes não dava a devida importância.
Análise dos Artistas Plásticos de Pernambuco (1950-1980)
Os artistas plásticos de Pernambuco, atuantes entre o período de 1950 a 1980, são analisados nesta obra enquanto uma categoria que disputou e negociou direitos trabalhistas por meio de associações internacionais e locais.
Associações: Locais de Resistência e Negociação Política
- Associação Internacional de Artes Plásticas - AIAP
- Associação de Artistas Plásticos Profissionais de Pernambuco - AAPPE
Essas associações estruturam-se enquanto importantes lócus de resistência e negociações políticas em torno dos direitos de existir enquanto artistas profissionais ao dialogar com as novas burocracias implementadas pelo Estado brasileiro e pela ditadura civil militar no Brasil.
Gerenciamento da Imagem e Ampliação de Redes
Os artistas profissionais passam a gerenciar sua imagem negociando com os novos espaços especializados em acolher o artista e o saber epistêmico em torno das artes plásticas, ampliando suas redes de contato, networks , que se dilatam no momento que esses agentes modernos passam a ser figuras desterritorializadas mediante sua arte.
Metodologia de Pesquisa
Para dar conta de uma temática tão singular e multifacetada, o historiador José Brito percorre uma série de arquivos, museus, coleções particulares e públicas que são responsáveis pela guarda da memória do campo artístico de Pernambuco e do mundo.
E ainda cruza informações de fontes impressas como:
- Jornais
- Revistas
- Catálogos
- Fotos
- Atas
- Correspondências
- Etc.
Com fontes orais extraídas de uma série de entrevistas realizadas com artistas plásticos que vivenciaram o debate em torno da profissionalização no período estudado.
Desconstrução de Ideias e Exposição de Lutas Cotidianas
Embasado com as mais atuais teorias do campo das artes, da história da arte, sociologia da arte e história política, este livro desconstrói a secular ideia da existência de artistas vocacionados, e os expõe dentro de um recorte espacial e temporal repleto de lutas cotidianas para a garantia da sobrevivência desses agentes.
Processo de Profissionalização como Processo Político
O livro destaca o processo de profissionalização dos artistas plásticos de Pernambuco enquanto um processo político que varia nas escalas temporais e culturais, mas que fazem parte do novo habitus social do artista moderno em diversas regiões do Brasil pós-anos 50.