Velhinho de Taubaté, O Crônicas de um Homem que Desaprendeu a Acreditar
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O Velhinho de Taubaté
Existe um momento da vida em que o ser humano para de procurar respostas fáceis e percebe que o amor nem sempre salva, o tempo nem sempre cura, a fé nem sempre explica e a solidão pode existir até no meio da multidão. Foi exatamente desse território humano, silencioso e profundamente real que nasceu o Velhinho de Taubaté.
Criado pelo jornalista, cronista e escritor Mário Jéfferson Leite Melo , o personagem surge como contraponto contemporâneo à histórica Velhinha de Taubaté, símbolo da ingenuidade brasileira criada por Luís Fernando Verissimo e eternizada por Chico Anysio. Se a Velhinha acreditava em tudo, o Velhinho nasceu justamente para desconfiar de tudo. Desconfiar das aparências, das falsas felicidades, dos discursos prontos, das relações superficiais, das certezas absolutas e da perda gradual da humanidade em um mundo cada vez mais acelerado e emocionalmente cansado.
Ao longo destas páginas, o leitor encontrará não apenas crônicas. Encontrará espelhos.
Reflexões sobre:
- Amor
- Dor
- Envelhecimento
- Silêncio
- Espiritualidade
- Política
- Solidão
- Esperança
- E a difícil tarefa de continuar humano em tempos tão endurecidos.
Com linguagem poética, filosófica, melancólica e profundamente brasileira, o Velhinho de Taubaté transforma experiências cotidianas em perguntas universais sobre a existência humana. Não é um livro para oferecer conforto fácil. É um livro para provocar. Para fazer pensar. Para lembrar ao leitor que talvez a maior tragédia do mundo moderno não seja apenas o excesso de violência, mas o fato de as pessoas estarem desaprendendo lentamente a sentir.
E, ainda assim, apesar de todas as sombras, o Velhinho continua acreditando em algo raro: que ainda existem seres humanos capazes de amar sem espetáculo, acolher sem interesse, permanecer sem conveniência e oferecer luz mesmo depois das próprias dores. Talvez este livro seja exatamente para eles. Para os que ainda sentem.
(texto das orelhas do livro)
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O Velhinho de Taubaté
Existe um momento da vida em que o ser humano para de procurar respostas fáceis e percebe que o amor nem sempre salva, o tempo nem sempre cura, a fé nem sempre explica e a solidão pode existir até no meio da multidão. Foi exatamente desse território humano, silencioso e profundamente real que nasceu o Velhinho de Taubaté.
Criado pelo jornalista, cronista e escritor Mário Jéfferson Leite Melo , o personagem surge como contraponto contemporâneo à histórica Velhinha de Taubaté, símbolo da ingenuidade brasileira criada por Luís Fernando Verissimo e eternizada por Chico Anysio. Se a Velhinha acreditava em tudo, o Velhinho nasceu justamente para desconfiar de tudo. Desconfiar das aparências, das falsas felicidades, dos discursos prontos, das relações superficiais, das certezas absolutas e da perda gradual da humanidade em um mundo cada vez mais acelerado e emocionalmente cansado.
Ao longo destas páginas, o leitor encontrará não apenas crônicas. Encontrará espelhos.
Reflexões sobre:
- Amor
- Dor
- Envelhecimento
- Silêncio
- Espiritualidade
- Política
- Solidão
- Esperança
- E a difícil tarefa de continuar humano em tempos tão endurecidos.
Com linguagem poética, filosófica, melancólica e profundamente brasileira, o Velhinho de Taubaté transforma experiências cotidianas em perguntas universais sobre a existência humana. Não é um livro para oferecer conforto fácil. É um livro para provocar. Para fazer pensar. Para lembrar ao leitor que talvez a maior tragédia do mundo moderno não seja apenas o excesso de violência, mas o fato de as pessoas estarem desaprendendo lentamente a sentir.
E, ainda assim, apesar de todas as sombras, o Velhinho continua acreditando em algo raro: que ainda existem seres humanos capazes de amar sem espetáculo, acolher sem interesse, permanecer sem conveniência e oferecer luz mesmo depois das próprias dores. Talvez este livro seja exatamente para eles. Para os que ainda sentem.
(texto das orelhas do livro)
