O Reconhecimento Dos Esports Como Desporto Olímpicos E Seus Efeitos Desportivo-trabalhistas No Cenár
Código: 340326762 / MP957979928

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A Obra Pioneira Enfrenta De Maneira Didática E Completa
Nos cenários do Direito Brasileiro e Português, a controvérsia a respeito da qualificação do esports como desporto, apesar de demandar apenas atividade física e não exercício físico (ócio criativo ou esportes intelectivos), frente ao critério lógico de que a redução do coeficiente do lúdico frente ao incremento da competitividade serve para enquadrá-lo como desporto, notadamente pela maciça interação social que propicia a partir dos meios tecnológicos e da internet, ou seja, a nova realidade decorrente da vida social em rede.
O autor revoluciona o conceito de atleta: "toda pessoa que retira seu sustento da prática desportiva", desinfluente possuir contrato de trabalho desportivo específico. Ao mesmo tempo, alerta para as dificuldades da sua conformidade com o sistema organizacional desportivo olímpico, diante de uma realidade anacrônica vivida pelo conservadorismo das entidades de administração do desporto, refratárias em reconhecer nova modalidade esportiva, a par das questões de propriedade intelectual envolvidas.
A riqueza de detalhes frente aos normativos brasileiros e portugueses tornam a obra ainda mais intrigante, diante da possibilidade de tornar o esports como modalidade desportiva olímpica, passível de disputa dentro dos Jogos Olímpicos, e da submissão do esports às legislações preexistentes desportivas e laborais de Brasil e Portugal.
Tema desafiador desbastado, com muita propriedade, pelo autor.
Terence Zveiter (presidente da Academia Nacional de Direito Desportivo)
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A Obra Pioneira Enfrenta De Maneira Didática E Completa
Nos cenários do Direito Brasileiro e Português, a controvérsia a respeito da qualificação do esports como desporto, apesar de demandar apenas atividade física e não exercício físico (ócio criativo ou esportes intelectivos), frente ao critério lógico de que a redução do coeficiente do lúdico frente ao incremento da competitividade serve para enquadrá-lo como desporto, notadamente pela maciça interação social que propicia a partir dos meios tecnológicos e da internet, ou seja, a nova realidade decorrente da vida social em rede.
O autor revoluciona o conceito de atleta: "toda pessoa que retira seu sustento da prática desportiva", desinfluente possuir contrato de trabalho desportivo específico. Ao mesmo tempo, alerta para as dificuldades da sua conformidade com o sistema organizacional desportivo olímpico, diante de uma realidade anacrônica vivida pelo conservadorismo das entidades de administração do desporto, refratárias em reconhecer nova modalidade esportiva, a par das questões de propriedade intelectual envolvidas.
A riqueza de detalhes frente aos normativos brasileiros e portugueses tornam a obra ainda mais intrigante, diante da possibilidade de tornar o esports como modalidade desportiva olímpica, passível de disputa dentro dos Jogos Olímpicos, e da submissão do esports às legislações preexistentes desportivas e laborais de Brasil e Portugal.
Tema desafiador desbastado, com muita propriedade, pelo autor.
Terence Zveiter (presidente da Academia Nacional de Direito Desportivo)