Nietzsche O Último Discípulo Do Filósofo Dioniso
Código: 340331732 / MP957984771

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Manifestações Públicas de Exaltação ao Deus da Embriaguez
Em plena Idade Média, ainda era possível testemunhar manifestações públicas de exaltação ao Deus da Embriaguez entre camponeses que trabalhavam na produção de vinho em regiões do Império Bizantino. Durante o processo da pisa da uva, por exemplo, eles preservaram a tradição de gritar o nome da divindade: Dioniso! .
Repreensão do Concílio de Trullo
Em represália a esta prática, o Concílio de Trullo, realizado em Constantinopla, entre 691 e 692 d.C., determinou a proibição da reverência ao deus pagão. Entre os 102 cânones que compõem a ata do referido concílio, o Cânon 62 advertia que estas e outras práticas ligadas à cultura dionisíaca deveriam ser completamente extirpadas do modo de vida dos fiéis.
Nietzsche e a Oposição Dioniso Contra o Crucificado
As interdições às práticas dionisíacas formalizadas pelo cânon cristão nos remetem, de chofre, ao embate a que Nietzsche faz referência no final de sua autobiografia, o Ecce Homo : Fui compreendido? Dioniso contra o Crucificado .
Ora, o que o autor, de fato, tinha em mente ao se referir à oposição entre Dioniso e o Crucificado? No livro que agora vem a lume, tentamos oferecer uma interpretação acerca da concepção nietzschiana de filosofia dionisíaca por meio da elucidação de suas relações com a religiosidade dionisíaca dos gregos antigos.
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Manifestações Públicas de Exaltação ao Deus da Embriaguez
Em plena Idade Média, ainda era possível testemunhar manifestações públicas de exaltação ao Deus da Embriaguez entre camponeses que trabalhavam na produção de vinho em regiões do Império Bizantino. Durante o processo da pisa da uva, por exemplo, eles preservaram a tradição de gritar o nome da divindade: Dioniso! .
Repreensão do Concílio de Trullo
Em represália a esta prática, o Concílio de Trullo, realizado em Constantinopla, entre 691 e 692 d.C., determinou a proibição da reverência ao deus pagão. Entre os 102 cânones que compõem a ata do referido concílio, o Cânon 62 advertia que estas e outras práticas ligadas à cultura dionisíaca deveriam ser completamente extirpadas do modo de vida dos fiéis.
Nietzsche e a Oposição Dioniso Contra o Crucificado
As interdições às práticas dionisíacas formalizadas pelo cânon cristão nos remetem, de chofre, ao embate a que Nietzsche faz referência no final de sua autobiografia, o Ecce Homo : Fui compreendido? Dioniso contra o Crucificado .
Ora, o que o autor, de fato, tinha em mente ao se referir à oposição entre Dioniso e o Crucificado? No livro que agora vem a lume, tentamos oferecer uma interpretação acerca da concepção nietzschiana de filosofia dionisíaca por meio da elucidação de suas relações com a religiosidade dionisíaca dos gregos antigos.