Mc Não É Bandido - Criminalização Da Cultura Periférica
Código: 340345099 / MP957998082

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Descrição do Produto
Organizada pela cientista social Dani Monteiro, "MC Não É Bandido" é uma obra que reúne relatos, ensaios e reflexões de artistas, MCs, produtores culturais, educadores e lideranças periféricas para denunciar a criminalização da cultura favelada no Rio de Janeiro e afirmar o hip hop, o funk e as rodas culturais como territórios de cidadania, memória, resistência e transformação social.
A partir de experiências atravessadas pela violência do Estado, pelo racismo estrutural e pela exclusão histórica das periferias, o livro apresenta vozes que transformaram a arte em ferramenta de sobrevivência, formação política e construção de futuro.
- Entre memórias pessoais, análises críticas e trajetórias marcadas pela potência da cultura popular, a obra evidencia como a música, a poesia, a dança e o grafite movimentam economias locais, criam redes de apoio e oferecem novos horizontes para juventudes periféricas.
"MC Não É Bandido" afirma que cultura não é caso de polícia: é direito, trabalho, identidade e disputa por dignidade. Assim, o livro se consolida como um manifesto coletivo em defesa da liberdade artística e contra a criminalização das expressões culturais negras e faveladas.
Palavras-chave: Cultura favelada, Hip hop, Funk, Rodas culturais, Cidadania, Memória, Resistência, Transformação social, Violência do Estado, Racismo estrutural, Exclusão, Arte, Sobrevivência, Formação política, Construção de futuro, Cultura popular, Música, Poesia, Dança, Grafite, Economias locais, Juventudes periféricas, Liberdade artística, Criminalização.
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| Importante | |
|---|---|
| Código da Certificação ANVISA | Não se aplica |
| Código da Certificação MAPA | Não se aplica |
| Código da Certificação INMETRO | Não se aplica |
| Código da Homologação | Não se aplica |
Descrição do Produto
Organizada pela cientista social Dani Monteiro, "MC Não É Bandido" é uma obra que reúne relatos, ensaios e reflexões de artistas, MCs, produtores culturais, educadores e lideranças periféricas para denunciar a criminalização da cultura favelada no Rio de Janeiro e afirmar o hip hop, o funk e as rodas culturais como territórios de cidadania, memória, resistência e transformação social.
A partir de experiências atravessadas pela violência do Estado, pelo racismo estrutural e pela exclusão histórica das periferias, o livro apresenta vozes que transformaram a arte em ferramenta de sobrevivência, formação política e construção de futuro.
- Entre memórias pessoais, análises críticas e trajetórias marcadas pela potência da cultura popular, a obra evidencia como a música, a poesia, a dança e o grafite movimentam economias locais, criam redes de apoio e oferecem novos horizontes para juventudes periféricas.
"MC Não É Bandido" afirma que cultura não é caso de polícia: é direito, trabalho, identidade e disputa por dignidade. Assim, o livro se consolida como um manifesto coletivo em defesa da liberdade artística e contra a criminalização das expressões culturais negras e faveladas.
Palavras-chave: Cultura favelada, Hip hop, Funk, Rodas culturais, Cidadania, Memória, Resistência, Transformação social, Violência do Estado, Racismo estrutural, Exclusão, Arte, Sobrevivência, Formação política, Construção de futuro, Cultura popular, Música, Poesia, Dança, Grafite, Economias locais, Juventudes periféricas, Liberdade artística, Criminalização.