Justiça Com Desconto: Uma Visão Crítica Da Concili
Código: 340326146 / MP957979195

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Este livro é produto de uma obra acadêmica concebida no mestrado em Direito, essencialmente de estudo bibliográfico e doutrinário analisado à luz da prática judiciária trabalhista. Longe de ser uma crítica simplória ao instituto da conciliação, este estudo tem a pretensão de ser a proposta de uma reflexão, que parece não fazer parte de qualquer discussão do meio jurisdicional, para uma integral aplicação dos princípios da justiça e do próprio Direito do Trabalho, em especial o princípio da irrenunciabilidade de direitos.
É, porém, uma crítica ao sistema institucionalizado da conciliação em qualquer fase processual, como se essa fosse a tábua de salvação do sabido e propagado gargalo existente na execução, sem que se dê conta de que, na verdade, essa sistemática serve para manipulação, pelo poder econômico, do processo e do próprio Poder Judiciário Trabalhista.
Para aquela reflexão, exorta-se ao estudo das teorias da Justiça como Igualdade , de Aristóteles, e Justiça como Equidade , de John Rawls, especialmente relevantes numa disputa judicial envolvendo partes tão desiguais social e economicamente.
Assim, mesmo sabedores da impossibilidade em se atingir a justiça integral, não pode esta afirmação servir de argumento para o abandono da ideia e do esforço em tentar alcançá-la, especialmente aperfeiçoando-se a atuação das instituições.
Principais Aspectos
- Obra acadêmica concebida no mestrado em Direito.
- Estudo bibliográfico e doutrinário com análise da prática judiciária trabalhista.
- Proposta de reflexão sobre a aplicação dos princípios da justiça e do Direito do Trabalho.
- Crítica ao sistema institucionalizado da conciliação.
- Análise da manipulação do processo e do Poder Judiciário pelo poder econômico.
- Exortação ao estudo das teorias da Justiça de Aristóteles e John Rawls.
- Ênfase na busca pela justiça integral e aperfeiçoamento das instituições.
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Descrição do Produto
Este livro é produto de uma obra acadêmica concebida no mestrado em Direito, essencialmente de estudo bibliográfico e doutrinário analisado à luz da prática judiciária trabalhista. Longe de ser uma crítica simplória ao instituto da conciliação, este estudo tem a pretensão de ser a proposta de uma reflexão, que parece não fazer parte de qualquer discussão do meio jurisdicional, para uma integral aplicação dos princípios da justiça e do próprio Direito do Trabalho, em especial o princípio da irrenunciabilidade de direitos.
É, porém, uma crítica ao sistema institucionalizado da conciliação em qualquer fase processual, como se essa fosse a tábua de salvação do sabido e propagado gargalo existente na execução, sem que se dê conta de que, na verdade, essa sistemática serve para manipulação, pelo poder econômico, do processo e do próprio Poder Judiciário Trabalhista.
Para aquela reflexão, exorta-se ao estudo das teorias da Justiça como Igualdade , de Aristóteles, e Justiça como Equidade , de John Rawls, especialmente relevantes numa disputa judicial envolvendo partes tão desiguais social e economicamente.
Assim, mesmo sabedores da impossibilidade em se atingir a justiça integral, não pode esta afirmação servir de argumento para o abandono da ideia e do esforço em tentar alcançá-la, especialmente aperfeiçoando-se a atuação das instituições.
Principais Aspectos
- Obra acadêmica concebida no mestrado em Direito.
- Estudo bibliográfico e doutrinário com análise da prática judiciária trabalhista.
- Proposta de reflexão sobre a aplicação dos princípios da justiça e do Direito do Trabalho.
- Crítica ao sistema institucionalizado da conciliação.
- Análise da manipulação do processo e do Poder Judiciário pelo poder econômico.
- Exortação ao estudo das teorias da Justiça de Aristóteles e John Rawls.
- Ênfase na busca pela justiça integral e aperfeiçoamento das instituições.