Infinitude Subjetiva E Estética - Natureza E Arte Em Schelling E Schopenhauer
Código: 340570972 / MP958225604

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O Diferencial Desta Obra
O diferencial desta obra é o estabelecimento, pelo autor, de um confronto direto entre Schelling e Schopenhauer, utilizando-se basicamente dos escritos deste último, a partir de material inédito do Schopenhauer-Archiv de Frankfurt. Apresenta um viés interpretativo que acrescenta Schelling e Fichte à linha Platão-Kant-Schopenhauer, preenchendo uma lacuna de consideráveis implicações.
Principais Pontos Abordados
- Demonstra como os filósofos Schelling e Schopenhauer chegam à mesma resposta da experiência estética da beleza e de sua íntima ligação com a natureza exterior a nós que o suprassensível pode ser atingido.
- Explica como eles têm a mesma reação à negatividade crítica kantiana relacionada ao mundo inteligível, em oposição ao sensível.
- Ilustra como o sistema teórico de um autor ilumina o outro.
Conceitos e Contexto
O autor também chama a atenção para a presença de conceitos como vontade e intuição intelectual nos escritos schellinguianos, já em 1795, o que permite compreender um contexto cultural e filosófico no qual o idealismo transcendental kantiano é retrabalhado.
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O Diferencial Desta Obra
O diferencial desta obra é o estabelecimento, pelo autor, de um confronto direto entre Schelling e Schopenhauer, utilizando-se basicamente dos escritos deste último, a partir de material inédito do Schopenhauer-Archiv de Frankfurt. Apresenta um viés interpretativo que acrescenta Schelling e Fichte à linha Platão-Kant-Schopenhauer, preenchendo uma lacuna de consideráveis implicações.
Principais Pontos Abordados
- Demonstra como os filósofos Schelling e Schopenhauer chegam à mesma resposta da experiência estética da beleza e de sua íntima ligação com a natureza exterior a nós que o suprassensível pode ser atingido.
- Explica como eles têm a mesma reação à negatividade crítica kantiana relacionada ao mundo inteligível, em oposição ao sensível.
- Ilustra como o sistema teórico de um autor ilumina o outro.
Conceitos e Contexto
O autor também chama a atenção para a presença de conceitos como vontade e intuição intelectual nos escritos schellinguianos, já em 1795, o que permite compreender um contexto cultural e filosófico no qual o idealismo transcendental kantiano é retrabalhado.
