Humano, Demasiado Humano - Vol. 01 - Um Livro Para Espíritos Livres
Código: 340444084 / MP958098175

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Sobre a Obra
Nosso tempo encarna de modo exemplar as contradições nietzschianas: abundância e miséria, hiperconectividade e solidão, circulação irrestrita de informações e fragilidade do discernimento, promessa de liberdade e captura algorítmica do desejo. Somos hoje, talvez mais do que nunca, humanos demasiadamente humanos .
A Experiência da Leitura
Que esta tradução permita ao leitor não apenas compreender Nietzsche, mas experimentar o desconforto, a força e a atualidade de seu pensamento. Pois Humano, Demasiado Humano não oferece respostas reconfortantes, mas um campo de forças.
O Campo Preservado
E é nesse campo preservado com rigor por Gabriel Almeida Assumpção que o humano se arrisca, se perde e, por vezes, se cria.
A Questão Final
Resta saber se, diante desse jogo de contradições que nos constitui, ainda somos capazes de:
- Suportar o risco de pensar sem garantias
- Afirmar, sem apaziguamentos, aquilo que somos: humanos, demasiado humanos ?
(Regina Sanches)
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| Código da Homologação | Não se aplica |
Sobre a Obra
Nosso tempo encarna de modo exemplar as contradições nietzschianas: abundância e miséria, hiperconectividade e solidão, circulação irrestrita de informações e fragilidade do discernimento, promessa de liberdade e captura algorítmica do desejo. Somos hoje, talvez mais do que nunca, humanos demasiadamente humanos .
A Experiência da Leitura
Que esta tradução permita ao leitor não apenas compreender Nietzsche, mas experimentar o desconforto, a força e a atualidade de seu pensamento. Pois Humano, Demasiado Humano não oferece respostas reconfortantes, mas um campo de forças.
O Campo Preservado
E é nesse campo preservado com rigor por Gabriel Almeida Assumpção que o humano se arrisca, se perde e, por vezes, se cria.
A Questão Final
Resta saber se, diante desse jogo de contradições que nos constitui, ainda somos capazes de:
- Suportar o risco de pensar sem garantias
- Afirmar, sem apaziguamentos, aquilo que somos: humanos, demasiado humanos ?
(Regina Sanches)