Homo Mediocris: A Era Da Mediocridade

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Homo Mediocris: Uma Distopia Contemporânea

Homo Mediocris é uma distopia contemporânea sobre engenharia social, algoritmos invisíveis e a lenta formatação da consciência humana em nome do conforto. Uma fábula filosófica inquietante sobre um mundo em que a mediocridade não é falha, mas política de estado.

O Mundo de Neweden

  • Em Neweden, a felicidade é monitorada.
  • A indignação é recalibrada.
  • O pensamento crítico é tratado como instabilidade emocional.

A Ordonet e a D.I.A.

  • A Ordonet organiza a vida.
  • A D.I.A. (Desinteligência Artificial) administra os sentimentos.

O Protocolo Enxame

Quando alguém ultrapassa a faixa emocional permitida, o Protocolo Enxame é ativado. A multidão não proíbe, ridiculariza. Não silencia, sufoca. Tudo em nome da harmonia.

Terminologias Originais e Impactantes

Com terminologias originais e impactantes, como Ordonet , D.I.A. , Eudoflux , Neuroplaca , Zena , Harmonismo , Nivelocracia e Synk , a obra constrói um universo próprio e perturbadoramente plausível.

Finais Alternativos e Metáforas

A narrativa culmina em seis finais alternativos, explorando diferentes desfechos possíveis para a humanidade. A decisão cabe ao personagem principal, mas ecoa como metáfora das escolhas trágicas que a própria civilização terá de enfrentar.

Um Libelo Silencioso

Um libelo silencioso contra toda formatação da consciência: a que não prende com correntes, mas com narrativas, que não proíbe pensar, apenas ensina a delegar o pensamento.