Giselle - A Espia Nua Que Abalou Paris
Código: 340526704 / MP958180893

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Giselle, A Espiã Nua Que Abalou Paris
Giselle, a espiã nua que abalou Paris é um romance perturbador do pós-guerra, no qual o erotismo é mascarado como arma política, e o desejo escapista é excitado como combate direto contra o nazismo. Publicado pelo Diário da Noite Carioca, em 1948, e atribuído a David Nasser, o maior representante da reportagem ficcionista brasileira, o folhetim se apresentava como relato verdadeiro de uma jovem francesa que seduzia oficiais do Reich para arrancar-lhes segredos e entregá-los à Resistência.
Traidora e prostituta aos olhos da moral, Giselle seria uma guerreira clandestina, uma variante de Joana d'Arc, cujo corpo magnífico, inteiramente profanáve, se torna o mais acirrado campo de batalha contra o nazifascismo.
A presente edição da Coleção Quimera restitui integralmente os 59 capítulos originais, com notas e aparato editorial, revelando um clássico perturbador da cultura de massa brasileira, onde escândalo jornalístico, espírito comercial e imaginação antinazista se fundem sem risco de pudor.
Depoimento de Giselle
"Meu nome é Giselle Montfort, meu pai era escultor e trabalhou com Rodin, minha mãe era filha de um padeiro de Cannes e suas últimas palavras foram de preocupação e temor quanto ao meu futuro. Tudo porque uma dessas ciganas errantes que costumam acampar nos arrabaldes de Paris disse-lhe que havia sangue e morte em meu destino. Sua filha é uma mulher marcada", disse-lhe a cigana morena, e o que mais impressionou minha mãe foi a cigana ter partido sem aceitar um franco.
Palavras-chave
- Espiã
- Romance
- Pós-guerra
- Erotismo
- Política
- Resistência
- Nazismo
- David Nasser
- Cultura de massa
- Joana d'Arc
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| Importante | |
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| Código da Certificação ANVISA | Não se aplica |
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| Código da Homologação | Não se aplica |
Giselle, A Espiã Nua Que Abalou Paris
Giselle, a espiã nua que abalou Paris é um romance perturbador do pós-guerra, no qual o erotismo é mascarado como arma política, e o desejo escapista é excitado como combate direto contra o nazismo. Publicado pelo Diário da Noite Carioca, em 1948, e atribuído a David Nasser, o maior representante da reportagem ficcionista brasileira, o folhetim se apresentava como relato verdadeiro de uma jovem francesa que seduzia oficiais do Reich para arrancar-lhes segredos e entregá-los à Resistência.
Traidora e prostituta aos olhos da moral, Giselle seria uma guerreira clandestina, uma variante de Joana d'Arc, cujo corpo magnífico, inteiramente profanáve, se torna o mais acirrado campo de batalha contra o nazifascismo.
A presente edição da Coleção Quimera restitui integralmente os 59 capítulos originais, com notas e aparato editorial, revelando um clássico perturbador da cultura de massa brasileira, onde escândalo jornalístico, espírito comercial e imaginação antinazista se fundem sem risco de pudor.
Depoimento de Giselle
"Meu nome é Giselle Montfort, meu pai era escultor e trabalhou com Rodin, minha mãe era filha de um padeiro de Cannes e suas últimas palavras foram de preocupação e temor quanto ao meu futuro. Tudo porque uma dessas ciganas errantes que costumam acampar nos arrabaldes de Paris disse-lhe que havia sangue e morte em meu destino. Sua filha é uma mulher marcada", disse-lhe a cigana morena, e o que mais impressionou minha mãe foi a cigana ter partido sem aceitar um franco.
Palavras-chave
- Espiã
- Romance
- Pós-guerra
- Erotismo
- Política
- Resistência
- Nazismo
- David Nasser
- Cultura de massa
- Joana d'Arc
