Elza Soares - Insurreição Na Garganta

Código: 340264371 / MP957953969

215404767

Valor e prazo de entrega

Este produto não possui disponibilidade para entrega na sua região.

Importante
Código da Certificação ANVISANão se aplica
Código da Certificação MAPANão se aplica
Código da Certificação INMETRONão se aplica
Código da HomologaçãoNão se aplica

Elza Soares: Ícone da Música e dos Debates Sociais

Elza Soares se tornou um ícone dentro da música e para os debates feminista e negro no Brasil.

Trajetória Musical e Reconhecimento

  • Como cantora, colecionou 35 discos de carreira até a sua morte em janeiro de 2022.
  • As músicas "Se acaso você chegasse", do disco de estreia em 1960, e "Beija-me", do segundo álbum em 1961, se revelaram sucessos instantâneos em todo o Brasil.
  • "É a carne", do disco "Do coccíx até o pescoço" (2002), é uma de suas músicas mais representativas e ouvidas, com o trecho marcante: "A carne mais barata do mercado/é a carne negra".

Uma Travessia Marcada por Superações

Não é pequena, e ainda menos sem acidentes, a travessia da cantora nascida em uma comunidade pobre entre os bairros de Realengo e Padre Miguel, no Rio de Janeiro.

  • Caloura do programa de rádio de Ary Barroso.
  • Intérprete de Lupicínio Rodrigues, Ataulfo Alves e Cyro Monteiro.
  • Esposa de um dos maiores nomes da história do futebol brasileiro (Mané Garrincha).
  • Resgatada do ostracismo por Caetano Veloso nos anos 1980.
  • Tornou-se ícone que vocaliza questões sensíveis às mulheres, à população negra e à comunidade LGBTQIA+ a partir dos anos 2000.

O Livro "Elza Soares: Insurreição na Garganta"

Esta é a travessia contada no livro Elza Soares: Insurreição na Garganta , da jornalista Lígia Moreli.

O livro analisa a contínua transformação da carreira de Elza Soares em direção ao posicionamento estético e político consolidado no álbum A Mulher do Fim do Mundo (2015), apoiando-se em teorias que abordam feminismo, política, psicanálise, mídia e imagem.

Relevância Artística e Política

A cantora revela-se um caso único de sobrevivência artística no país, na mesma medida em que amplia sua relevância política de superação do racismo, de discussão do espaço da mulher e, mesmo, do preconceito de idade, o dito etarismo.