Discurso E Narrativa Em Psicanálise
Código: 340466745 / MP958120673

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Sobre o Livro
Neste livro, Christian Dunker propõe fundamentos para a leitura psicanalítica de experiências de sofrimento e sua transformação. O autor parte de uma pergunta simples e provocadora: Por que tantas pessoas não conseguem narrar a própria vida? E formula a tese de que, se o sintoma tem estrutura de metáfora, o sofrimento tem estrutura de narrativa.
Conteúdo e Abordagem
- Retomando Freud e Lacan, a obra recupera a noção relativamente esquecida de narrativa e a articula ao conceito lacaniano de discurso .
- Propõe uma análise psicanalítica de discurso como nexo entre a psicanálise como método de tratamento e método de pesquisa.
- O percurso atravessa o relato dos sonhos, a releitura do mito de Narciso e a teoria freudiana da arte e do ensaio.
- Indiretamente, pretende reintroduzir as relações entre a figuração dos afetos e o tema do tempo na linguagem e na formação de imagens.
- História , discurso e narrativa organizam a escuta clínica, que começa por uma semiologia das formas como nos contamos.
Diálogos e Relevância
- O livro dialoga com a teoria literária, a antropologia, a filosofia da linguagem e a teoria da narrativa, mantendo-se no campo da formalização da clínica e de seus modos de escuta e interpretação.
- Isso se torna cada vez mais necessário para reconhecer as narrativas contemporâneas de sofrimento, de gênero, de raça, de classe e de pertencimento.
- Narrativas que resistem a ser reduzidas a diagnósticos categoriais e tipificantes, sejam eles de natureza psiquiátrica ou moral.
Conclusão
Fruto de mais de trinta anos de pesquisa, o livro é uma reflexão densa e atual sobre por que narrar e escutar ainda é uma forma de cura.
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| Código da Homologação | Não se aplica |
Sobre o Livro
Neste livro, Christian Dunker propõe fundamentos para a leitura psicanalítica de experiências de sofrimento e sua transformação. O autor parte de uma pergunta simples e provocadora: Por que tantas pessoas não conseguem narrar a própria vida? E formula a tese de que, se o sintoma tem estrutura de metáfora, o sofrimento tem estrutura de narrativa.
Conteúdo e Abordagem
- Retomando Freud e Lacan, a obra recupera a noção relativamente esquecida de narrativa e a articula ao conceito lacaniano de discurso .
- Propõe uma análise psicanalítica de discurso como nexo entre a psicanálise como método de tratamento e método de pesquisa.
- O percurso atravessa o relato dos sonhos, a releitura do mito de Narciso e a teoria freudiana da arte e do ensaio.
- Indiretamente, pretende reintroduzir as relações entre a figuração dos afetos e o tema do tempo na linguagem e na formação de imagens.
- História , discurso e narrativa organizam a escuta clínica, que começa por uma semiologia das formas como nos contamos.
Diálogos e Relevância
- O livro dialoga com a teoria literária, a antropologia, a filosofia da linguagem e a teoria da narrativa, mantendo-se no campo da formalização da clínica e de seus modos de escuta e interpretação.
- Isso se torna cada vez mais necessário para reconhecer as narrativas contemporâneas de sofrimento, de gênero, de raça, de classe e de pertencimento.
- Narrativas que resistem a ser reduzidas a diagnósticos categoriais e tipificantes, sejam eles de natureza psiquiátrica ou moral.
Conclusão
Fruto de mais de trinta anos de pesquisa, o livro é uma reflexão densa e atual sobre por que narrar e escutar ainda é uma forma de cura.