Colônia Santa Isabel: Memória, Patrimônio Cultural E Ressignificação
Código: 340198751 / MP957919587

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Inaugurada Em 1931, A Colônia Santa Isabel Foi Criada Como Espaço De Isolamento Compulsório Para Pessoas Acometidas Pela Hanseníase, Sob A Lógica Sanitarista Que As Excluía Do Convívio Social. Durante Cinco Décadas, O Território Foi Marcado Pelo Confinamento, Pelo Controle Estatal E Pelo Estigma. Contudo, Para Além Da Exclusão, Consolidaramse Formas De Resistência, Sociabilidade E Produção Cultural Que Transformaram O Espaço Imposto Em Lugar De Identidade, Memória E Pertencimento. Esta Obra Apresenta Uma Pesquisa Pioneira Dedicada À Identificação, Ao Mapeamento E À Historicização Dos Espaços E Lugares De Memória Que Compõem O Conjunto Urbano Da Colônia Santa Isabel. Desenvolvida No Âmbito Do Mestrado Profissional Da Ufmg, A Investigação Articula Memória, Memória Traumática, Patrimônio Cultural E História Cultural Do Urbano, Oferecendo Uma Leitura Inédita Das Camadas Temporais Inscritas No Território. Este Trabalho É Atravessado Por Uma Perspectiva Muito Particular: Sou Morador E Filho Desta Comunidade, E Também Pesquisador Da Colônia Santa Isabel. Essa Dupla Condição, Pertencimento E Investigação, Orienta Cada Página Desta Obra. Cresci Ouvindo Histórias, Caminhando Por Esses Espaços E Convivendo Com Essas Memórias. Hoje, Retorno A Elas Com O Olhar Crítico Da Pesquisa, Movido Pelo Compromisso De Registrar Aquilo Que O Tempo E O Silêncio Insistem Em Apagar. Mais Do Que Descrever Espaços E Lugares, Esta Obra Busca Revelar Os Significados Simbólicos E Afetivos Presentes Em Santa Isabel, Evidenciando Como Esse Território Concentra Memórias De Dor, Resistência, Criação E Reinvenção. Ao Sistematizar Esses Espaços, Apresento Uma Contribuição Inédita Aos Estudos Sobre Antigas Colônias De Hanseníase No Brasil, Reafirmando A Colônia Santa Isabel Como Território De Memória Viva.
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Inaugurada Em 1931, A Colônia Santa Isabel Foi Criada Como Espaço De Isolamento Compulsório Para Pessoas Acometidas Pela Hanseníase, Sob A Lógica Sanitarista Que As Excluía Do Convívio Social. Durante Cinco Décadas, O Território Foi Marcado Pelo Confinamento, Pelo Controle Estatal E Pelo Estigma. Contudo, Para Além Da Exclusão, Consolidaramse Formas De Resistência, Sociabilidade E Produção Cultural Que Transformaram O Espaço Imposto Em Lugar De Identidade, Memória E Pertencimento. Esta Obra Apresenta Uma Pesquisa Pioneira Dedicada À Identificação, Ao Mapeamento E À Historicização Dos Espaços E Lugares De Memória Que Compõem O Conjunto Urbano Da Colônia Santa Isabel. Desenvolvida No Âmbito Do Mestrado Profissional Da Ufmg, A Investigação Articula Memória, Memória Traumática, Patrimônio Cultural E História Cultural Do Urbano, Oferecendo Uma Leitura Inédita Das Camadas Temporais Inscritas No Território. Este Trabalho É Atravessado Por Uma Perspectiva Muito Particular: Sou Morador E Filho Desta Comunidade, E Também Pesquisador Da Colônia Santa Isabel. Essa Dupla Condição, Pertencimento E Investigação, Orienta Cada Página Desta Obra. Cresci Ouvindo Histórias, Caminhando Por Esses Espaços E Convivendo Com Essas Memórias. Hoje, Retorno A Elas Com O Olhar Crítico Da Pesquisa, Movido Pelo Compromisso De Registrar Aquilo Que O Tempo E O Silêncio Insistem Em Apagar. Mais Do Que Descrever Espaços E Lugares, Esta Obra Busca Revelar Os Significados Simbólicos E Afetivos Presentes Em Santa Isabel, Evidenciando Como Esse Território Concentra Memórias De Dor, Resistência, Criação E Reinvenção. Ao Sistematizar Esses Espaços, Apresento Uma Contribuição Inédita Aos Estudos Sobre Antigas Colônias De Hanseníase No Brasil, Reafirmando A Colônia Santa Isabel Como Território De Memória Viva.