Cinema, Naturalismo, Degradação: Ensaios A Partir De Filmes Brasileiros Dos Anos 2000
Código: 340325574 / MP957978577

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Descrição do Livro
Este livro investiga uma geração de filmes brasileiros que representou os processos de degradação e desligamento sob um viés naturalista. O naturalismo não é apenas um estudo de realidade pautado pela objetividade, mas um olhar que só vê no mundo a ação de uma força negativa (daí, sua profunda relação com a pulsão de morte, como mostra o autor).
Ensaios e Aspectos Abordados
- As características naturalistas de filmes brasileiros dos anos 2000.
- A relação entre cinema, morte e naturalismo na obra de Gilles Deleuze.
- A objetividade e a subjetividade no olhar naturalista.
- O sentimento de impotência em filmes dos anos 2000.
- Os personagens e os espaços naturalistas.
- A figuração da pulsão de morte nas imagens.
- A política de desconforto e satisfação em certos filmes.
Nos ensaios, o autor se coloca em posição de desconfiança com relação ao fatalismo das imagens, buscando conhecer e desmontar sua crença em forças quase míticas que agem no tempo e no corpo das comunidades.
Com o avanço de políticas de morte no mundo contemporâneo, este trabalho ganha atualidade. Como afirma o autor na apresentação: "O naturalismo questionou a eficácia do pensamento diante das forças da matéria bruta dos corpos e suas pulsões. Passados alguns anos, deparamo-nos com um anti-intelectualismo como política de estado. [...] Ocorre de vermos, nesses agentes, as características essenciais de personagens e comunidades que povoaram os filmes naturalistas do início dos anos 2000."
Público Recomendado
Este livro é recomendado para professores, estudantes, cineastas, escritores e artistas visuais interessados em:
- Cinema
- Naturalismo
- Estudos Deleuzianos
- E, de modo geral, nas relações entre morte , degradação e imagem .
Confira a fanpage da Editora Sulina.
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Descrição do Livro
Este livro investiga uma geração de filmes brasileiros que representou os processos de degradação e desligamento sob um viés naturalista. O naturalismo não é apenas um estudo de realidade pautado pela objetividade, mas um olhar que só vê no mundo a ação de uma força negativa (daí, sua profunda relação com a pulsão de morte, como mostra o autor).
Ensaios e Aspectos Abordados
- As características naturalistas de filmes brasileiros dos anos 2000.
- A relação entre cinema, morte e naturalismo na obra de Gilles Deleuze.
- A objetividade e a subjetividade no olhar naturalista.
- O sentimento de impotência em filmes dos anos 2000.
- Os personagens e os espaços naturalistas.
- A figuração da pulsão de morte nas imagens.
- A política de desconforto e satisfação em certos filmes.
Nos ensaios, o autor se coloca em posição de desconfiança com relação ao fatalismo das imagens, buscando conhecer e desmontar sua crença em forças quase míticas que agem no tempo e no corpo das comunidades.
Com o avanço de políticas de morte no mundo contemporâneo, este trabalho ganha atualidade. Como afirma o autor na apresentação: "O naturalismo questionou a eficácia do pensamento diante das forças da matéria bruta dos corpos e suas pulsões. Passados alguns anos, deparamo-nos com um anti-intelectualismo como política de estado. [...] Ocorre de vermos, nesses agentes, as características essenciais de personagens e comunidades que povoaram os filmes naturalistas do início dos anos 2000."
Público Recomendado
Este livro é recomendado para professores, estudantes, cineastas, escritores e artistas visuais interessados em:
- Cinema
- Naturalismo
- Estudos Deleuzianos
- E, de modo geral, nas relações entre morte , degradação e imagem .
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