A Cultura Do Trabalho, O Sensível E A Partilha: A Construção Da Identidade Operária Brasileira Atrav
Código: 340326008 / MP957979007

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A Cultura do Trabalho, o Sensível e a Partilha
Propõe a análise das formas pelas quais a cultura visual , encontrada nas páginas da imprensa operária e sindical , foi inserida no movimento operário brasileiro durante as três primeiras décadas do século XX.
Nascida das inquietações da autora diante da ausência de estudos que tratassem do desenho político de imprensa como um dos elementos centrais no processo de construção da identidade operária no Brasil, a obra lança mão de fontes inéditas oriundas de arquivos brasileiros e franceses, cuja circularidade demonstra a extensão do fenômeno de partilha desse conteúdo visual, o qual visava fomentar e fortalecer a atividade política de trabalhadores do mundo todo.
Com pesquisas desenvolvidas junto ao Centre d'Histoire Sociale du XXème Siècle (CHS) da Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne e dos arquivos do Institut d'Histoire Sociale CGT, Maitê Peixoto compromete-se com uma nova perspectiva no campo de estudos voltados aos mundos do trabalho, na qual a filosofia da arte e a antropologia da arte constituem a base da estrutura metodológica de sua pesquisa.
Associadas a uma história social da arte renovada, política e cultura caminham juntas ao longo deste trabalho, visando a compreensão de um espaço de partilha do sensível no qual as imagens ganham vida, comunicam, silenciam e criam dinâmicas visuais para a construção de identidades e alteridades correlacionadas à atividade operária e sindical no Brasil.
A obra é um convite para uma profunda imersão no universo criativo que envolveu a política operária , tendo como pano de fundo os intercâmbios imagéticos articulados particularmente entre o Brasil e a França.
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A Cultura do Trabalho, o Sensível e a Partilha
Propõe a análise das formas pelas quais a cultura visual , encontrada nas páginas da imprensa operária e sindical , foi inserida no movimento operário brasileiro durante as três primeiras décadas do século XX.
Nascida das inquietações da autora diante da ausência de estudos que tratassem do desenho político de imprensa como um dos elementos centrais no processo de construção da identidade operária no Brasil, a obra lança mão de fontes inéditas oriundas de arquivos brasileiros e franceses, cuja circularidade demonstra a extensão do fenômeno de partilha desse conteúdo visual, o qual visava fomentar e fortalecer a atividade política de trabalhadores do mundo todo.
Com pesquisas desenvolvidas junto ao Centre d'Histoire Sociale du XXème Siècle (CHS) da Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne e dos arquivos do Institut d'Histoire Sociale CGT, Maitê Peixoto compromete-se com uma nova perspectiva no campo de estudos voltados aos mundos do trabalho, na qual a filosofia da arte e a antropologia da arte constituem a base da estrutura metodológica de sua pesquisa.
Associadas a uma história social da arte renovada, política e cultura caminham juntas ao longo deste trabalho, visando a compreensão de um espaço de partilha do sensível no qual as imagens ganham vida, comunicam, silenciam e criam dinâmicas visuais para a construção de identidades e alteridades correlacionadas à atividade operária e sindical no Brasil.
A obra é um convite para uma profunda imersão no universo criativo que envolveu a política operária , tendo como pano de fundo os intercâmbios imagéticos articulados particularmente entre o Brasil e a França.