30 Anos No Caminho Da Montanha: Diário De Uma Imersão Antropológica E Espiritual Pela China
Código: 340457330 / MP958111134

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O Que Começa Como A Imersão De Um Antropólogo Na China Para A Sua Tese De Doutorado Rapidamente Se Revela Uma Peregrinação
Em 30 anos no caminho da montanha, Nino Rhamos nos leva a uma travessia sem filtros por um país que desafia os estereótipos.
- Das ruas cosmopolitas e hipermodernas de Shanghai aos becos ancestrais de Suzhou
- Da surpreendente amizade social experimentada nas pensões de Changzhou
- Até o exaustivo e solitário desafio de escalar os degraus infinitos da Montanha Sagrada de Wudang
Com uma escrita que associa a precisão da observação etnográfica à vulnerabilidade poética de quem se permite ser transformado, o autor desvenda a complexa teia que une o indivíduo e o coletivo na sociedade chinesa.
Contudo, a maior descoberta não está só nos mapas geográficos ou nas teorias acadêmicas, mas no silêncio de uma montanha escura, que ensina ao pesquisador que o que ele passou a vida inteira buscando já tinha sua morada.
Um relato essencial não apenas para quem busca compreender a China contemporânea e milenar, mas para qualquer pessoa que acredite que viajar não é meramente deslocar o corpo, mas reescrever a própria alma.
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| Importante | |
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| Código da Certificação ANVISA | Não se aplica |
| Código da Certificação MAPA | Não se aplica |
| Código da Certificação INMETRO | Não se aplica |
| Código da Homologação | Não se aplica |
| Garantia do Fornecedor | null |
O Que Começa Como A Imersão De Um Antropólogo Na China Para A Sua Tese De Doutorado Rapidamente Se Revela Uma Peregrinação
Em 30 anos no caminho da montanha, Nino Rhamos nos leva a uma travessia sem filtros por um país que desafia os estereótipos.
- Das ruas cosmopolitas e hipermodernas de Shanghai aos becos ancestrais de Suzhou
- Da surpreendente amizade social experimentada nas pensões de Changzhou
- Até o exaustivo e solitário desafio de escalar os degraus infinitos da Montanha Sagrada de Wudang
Com uma escrita que associa a precisão da observação etnográfica à vulnerabilidade poética de quem se permite ser transformado, o autor desvenda a complexa teia que une o indivíduo e o coletivo na sociedade chinesa.
Contudo, a maior descoberta não está só nos mapas geográficos ou nas teorias acadêmicas, mas no silêncio de uma montanha escura, que ensina ao pesquisador que o que ele passou a vida inteira buscando já tinha sua morada.
Um relato essencial não apenas para quem busca compreender a China contemporânea e milenar, mas para qualquer pessoa que acredite que viajar não é meramente deslocar o corpo, mas reescrever a própria alma.