O Homem Que Morreu Três Vezes: Uma Reportagem Sobre O Chacal Brasileiro: Uma Reportagem Sobre O Chac
Código: 340326730 / MP957979140

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O Homem Que Morreu Três Vezes
De Fernando Molica, pode ser lido como um livro de aventuras.
É a história de um personagem que não cabe em si mesmo e, a cada cem páginas, troca de pele, surpreendendo o leitor.
Primeiro Momento: Jovem Advogado Gaucho
- Ambicioso e inescrupuloso
- Gratuitamente, sai delatando desafetos como comunistas
Segundo Momento: Em São Paulo
- Ocorre exatamente o contrário
- Ele está pendurado no pau-de-arara, acusado de subversivo
- Na tortura, o dedo-duro de ontem não delata ninguém
- Sai da prisão quase como um herói
A Partir Daí: O Mundo
- Santiago
- Paris
- Argel
- Beirute
- Etc.
A partir daí, uma fantasia só não lhe basta. Precisa de duas. E, assim, veste-se de boa-vida internacional e perigoso terrorista.
Enquanto viaja de primeira classe e come nos melhores restaurantes da Europa, fornece armas para os atentados comandados por Carlos, o Chacal , o homem mais buscado pelos serviços secretos nas décadas de 1970 e 1980.
De repente, some do mapa. Anos mais tarde, aparece ou desaparece sob novo nome numa pequena cidade italiana. Fim da linha. Fim da história. Façam suas apostas.
Outras Leituras do Livro:
- Um Fascinante Mergulho Numa Época Dramática: O Brasil gemia sob a ditadura militar, a revolução parecia estar na ordem do dia e boa parte da juventude resolveu assaltar os céus. O desfecho do confronto é conhecido, e o livro não chega a trazer novidade nessa área. Mas tem um mérito: passa bem o clima daqueles anos na fase da guerrilha improvisada, confiança, companheirismo e disposição de luta, na etapa da guerrilha liquidada, ao contrário, desmoralização, infiltrações e traição.
- Uma Boa Reportagem: Com todos os ingredientes a que tem direito uma boa reportagem: ponto de partida instigante, trama desconcertante, personagem imprevisível, depoimentos impressionantes, lances inacreditáveis. E, atrás de tudo isso, um repórter persistente, que não larga o osso quando fareja uma história única que precisa ser contada por ele e merece ser conhecida por todos.
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O Homem Que Morreu Três Vezes
De Fernando Molica, pode ser lido como um livro de aventuras.
É a história de um personagem que não cabe em si mesmo e, a cada cem páginas, troca de pele, surpreendendo o leitor.
Primeiro Momento: Jovem Advogado Gaucho
- Ambicioso e inescrupuloso
- Gratuitamente, sai delatando desafetos como comunistas
Segundo Momento: Em São Paulo
- Ocorre exatamente o contrário
- Ele está pendurado no pau-de-arara, acusado de subversivo
- Na tortura, o dedo-duro de ontem não delata ninguém
- Sai da prisão quase como um herói
A Partir Daí: O Mundo
- Santiago
- Paris
- Argel
- Beirute
- Etc.
A partir daí, uma fantasia só não lhe basta. Precisa de duas. E, assim, veste-se de boa-vida internacional e perigoso terrorista.
Enquanto viaja de primeira classe e come nos melhores restaurantes da Europa, fornece armas para os atentados comandados por Carlos, o Chacal , o homem mais buscado pelos serviços secretos nas décadas de 1970 e 1980.
De repente, some do mapa. Anos mais tarde, aparece ou desaparece sob novo nome numa pequena cidade italiana. Fim da linha. Fim da história. Façam suas apostas.
Outras Leituras do Livro:
- Um Fascinante Mergulho Numa Época Dramática: O Brasil gemia sob a ditadura militar, a revolução parecia estar na ordem do dia e boa parte da juventude resolveu assaltar os céus. O desfecho do confronto é conhecido, e o livro não chega a trazer novidade nessa área. Mas tem um mérito: passa bem o clima daqueles anos na fase da guerrilha improvisada, confiança, companheirismo e disposição de luta, na etapa da guerrilha liquidada, ao contrário, desmoralização, infiltrações e traição.
- Uma Boa Reportagem: Com todos os ingredientes a que tem direito uma boa reportagem: ponto de partida instigante, trama desconcertante, personagem imprevisível, depoimentos impressionantes, lances inacreditáveis. E, atrás de tudo isso, um repórter persistente, que não larga o osso quando fareja uma história única que precisa ser contada por ele e merece ser conhecida por todos.