Liberdade É Reconhecer Que Estamos No Que É Nosso:
Código: 340247309 / MP952957111

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Liberdade É Reconhecer Que Estamos No Que É Nosso É Um Estudo Na Área Da História Social Que Busca Documentar As Trajetórias De Lutas, Permanências E Resistências Vividas Por Negros Remanescentes De Quilombos Na Conquista De Seus Territórios. O Primeiro Passo Foi Delimitar A Área De Estudo E Escolher Quais Aspectos Da Cultura Quilombola Seriam Abordados, Considerando A Riqueza Dessa Cultura Em Diversos Âmbitos. A Partir Disso, Optou-se Pelas Comunidades Do Rio Das Rãs E Da Brasileira, Sendo O Foco Deste Estudo O Modo De Vida Dessas Comunidades, As Experiências Construídas E Reconstruídas Em Seu Cotidiano, Em Suas Próprias Relações Tanto Com Órgãos E Instituições Representativas Do Poder Público Quanto Com Organizações Não Governamentais Que Atuaram Ou Ainda Atuam Nos Espaços Onde Esses Sujeitos Criam E Recriam Modos De Vida Peculiares. O Trabalho Foi Ganhando Forma À Medida Que Conhecíamos Os Moradores, Por Meio Da Realização De Entrevistas Realizadas Em Dois Momentos: Em 1997, Quando Os Moradores Das Comunidades De Rio Das Rãs E Da Brasileira Ainda Vivenciavam O Conflito De Terra, E Entre Os Anos De 2004 E 2006.
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Liberdade É Reconhecer Que Estamos No Que É Nosso É Um Estudo Na Área Da História Social Que Busca Documentar As Trajetórias De Lutas, Permanências E Resistências Vividas Por Negros Remanescentes De Quilombos Na Conquista De Seus Territórios. O Primeiro Passo Foi Delimitar A Área De Estudo E Escolher Quais Aspectos Da Cultura Quilombola Seriam Abordados, Considerando A Riqueza Dessa Cultura Em Diversos Âmbitos. A Partir Disso, Optou-se Pelas Comunidades Do Rio Das Rãs E Da Brasileira, Sendo O Foco Deste Estudo O Modo De Vida Dessas Comunidades, As Experiências Construídas E Reconstruídas Em Seu Cotidiano, Em Suas Próprias Relações Tanto Com Órgãos E Instituições Representativas Do Poder Público Quanto Com Organizações Não Governamentais Que Atuaram Ou Ainda Atuam Nos Espaços Onde Esses Sujeitos Criam E Recriam Modos De Vida Peculiares. O Trabalho Foi Ganhando Forma À Medida Que Conhecíamos Os Moradores, Por Meio Da Realização De Entrevistas Realizadas Em Dois Momentos: Em 1997, Quando Os Moradores Das Comunidades De Rio Das Rãs E Da Brasileira Ainda Vivenciavam O Conflito De Terra, E Entre Os Anos De 2004 E 2006.