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Escrever Sem Escrever - Literatura E Apropriação No Século Xxi

Código: 335764990 / MP953536855

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Quando Falamos Em Música Falamos Em Remix E Dj. Quando Falamos Em Audiovisual, Falamos Em Montagem E Mash-up. Para A Arte Contemporânea, O Crítico Nicolas Bourriaud Forjou O Termo Pós-produção, Que Aponta A Tendência Atual De Obras Que Não São Criações Originais Mas Reciclagens Ou Reproposições De Obras Anteriores Ou Objetos Pré-existentes. Em Comum A Esses Campos E Situações, Os Gestos De Apropriação E Deslocamento, Consagrados Pelos Ready-mades De Marcel Duchamp E Por Outros Artistas Da Vanguarda. Entretanto, No Ambiente Tecnológico Contemporâneo, Com Seus Estímulos E Ferramentas Específicos, A Apropriação E O Deslocamento Adquirem Novas Facetas. A Pergunta Da Qual Esse Livro Parte É: De Que Maneira A Escrita E A Literatura Se Inserem E Participam Desse Novo Contexto Copiar E Colar. Seleção E Edição. Gravação E Transcrição. Cut-up, Apagamento, Supressão. Pirataria. Buscas No Google. Plágio, Cópia, Imitação. Como O Ato Da Citação E A Cultura Remix Dialogam Em Que Medida O Escritor Contemporâneo Pode Ser Pensado Como Um Artista Conceitual Ou Um Curador De Textos Alheios Quais São As Consequências Para As Práticas De Leitura E Para A Ideia De Autoria A Partir Das Noções De Escrita Não-criativa, De Kenneth Goldsmith, Gênio Não-original, De Marjorie Perloff, E Do Manifesto Da Literatura Sampler, De Fred Coelho E Mauro Gaspar, Leonardo Villa-forte Estuda Obras Recentes De Escritores, Artistas E Poetas Brasileiros E Estrangeiros, Para Pensar A Escrita Diante, Ou Melhor, Dentro Desse Ambiente Em Transformação