Entre O Mar E O Rio - A Ilha Perdida De Sergipe
Código: 340347233 / MP958000326

Conheça mais sobre o produto
A Foz do Rio São Francisco e o Antigo Farol do Cabeço
Quem visita a foz do Rio São Francisco e contempla o antigo Farol do Cabeço, ícone apoteótico, solitário e estranhamente resistente ao tempo, maresia e ondas do mar, não percebe que a visão corresponde apenas à ponta do iceberg. A função da estrutura atualmente é a de sinalizar o local exato que uma comunidade pesqueira viveu por mais de um século, mas que sofreu um processo de mobilidade coletiva compulsória. Jamais consegue-se identificar que, naquele mesmo local, repousa submersa uma ilha que chegou a comportar aproximadamente 400 pessoas e que foi registrada como primeiro sítio arqueológico subaquático em Sergipe.
Conteúdo da Obra
- Discussão pautada nas experiências empíricas do autor.
- Investigação documental.
- Análise etnográfica.
- Fotografias.
- Transcrição de entrevistas dos ex-moradores da antiga ilha fluviomarinha do Cabeço.
A antiga ilha fluviomarinha do Cabeço ficava localizada no município de Brejo Grande, em Sergipe, na região da foz do Velho Chico.
Palavras-chave: Foz do Rio São Francisco, Farol do Cabeço, Comunidade Pesqueira, Mobilidade Coletiva Compulsória, Sítio Arqueológico Subaquático, Sergipe, Brejo Grande, Velho Chico.
Valor e prazo de entrega
Este produto não possui disponibilidade para entrega na sua região.
| Importante | |
|---|---|
| Código da Certificação ANVISA | Não se aplica |
| Código da Certificação MAPA | Não se aplica |
| Código da Certificação INMETRO | Não se aplica |
| Código da Homologação | Não se aplica |
| Garantia do Fornecedor | null |
A Foz do Rio São Francisco e o Antigo Farol do Cabeço
Quem visita a foz do Rio São Francisco e contempla o antigo Farol do Cabeço, ícone apoteótico, solitário e estranhamente resistente ao tempo, maresia e ondas do mar, não percebe que a visão corresponde apenas à ponta do iceberg. A função da estrutura atualmente é a de sinalizar o local exato que uma comunidade pesqueira viveu por mais de um século, mas que sofreu um processo de mobilidade coletiva compulsória. Jamais consegue-se identificar que, naquele mesmo local, repousa submersa uma ilha que chegou a comportar aproximadamente 400 pessoas e que foi registrada como primeiro sítio arqueológico subaquático em Sergipe.
Conteúdo da Obra
- Discussão pautada nas experiências empíricas do autor.
- Investigação documental.
- Análise etnográfica.
- Fotografias.
- Transcrição de entrevistas dos ex-moradores da antiga ilha fluviomarinha do Cabeço.
A antiga ilha fluviomarinha do Cabeço ficava localizada no município de Brejo Grande, em Sergipe, na região da foz do Velho Chico.
Palavras-chave: Foz do Rio São Francisco, Farol do Cabeço, Comunidade Pesqueira, Mobilidade Coletiva Compulsória, Sítio Arqueológico Subaquático, Sergipe, Brejo Grande, Velho Chico.