Entre Nise E Lygia - De Que Os Sonhos Se Tornam Realidade
Código: 340349156 / MP958002374

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Carta a Lula Wanderley
Li o livro em um fôlego só.
Você se afastou de qualquer metafísica em favor de uma dialética objetiva dos objetos relacionais.
A objetividade dos objetos tem a ver com Spinoza, pelo menos o materialismo dele, onde muito consequentemente percebeu que o que acontece com o corpo acontece com a mente.
A alma é objetiva, a alma é um acúmulo de sensações do mundo exterior. A alma é sensual.
O livro está longe de um subjetivismo, suas demonstrações são objetivamente científica, filosófica e poética.
Não sei se posso chamar a construção do espaço aberto ao tempo de um delírio/sonho como uma objetividade.
O livro é líquido, fluido como um rio caudaloso em cheia que nos arrebata.
Quanto à nossa luta, é um grande esforço contra a ideologia reacionária que impregnou a realidade impulsionada pelo fenômeno do Word Wide Web.
Se pode ver uma semelhança da mídia da época do Terceiro Reich, menos evoluída do que a mídia de hoje, em que o cinema e o rádio promoveram a disseminação do idealismo fascista.
Essa luta entre o idealismo e o materialismo é encarniçada e sem trégua.
Todos somos iguais, todos!
Mas você se agigantou. És um indivíduo, uma singularidade.
Marcos Inácio Nunes Montes
Arquiteto e participante do espaço aberto ao tempo
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| Importante | |
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| Código da Certificação MAPA | Não se aplica |
| Código da Certificação INMETRO | Não se aplica |
| Código da Homologação | Não se aplica |
Carta a Lula Wanderley
Li o livro em um fôlego só.
Você se afastou de qualquer metafísica em favor de uma dialética objetiva dos objetos relacionais.
A objetividade dos objetos tem a ver com Spinoza, pelo menos o materialismo dele, onde muito consequentemente percebeu que o que acontece com o corpo acontece com a mente.
A alma é objetiva, a alma é um acúmulo de sensações do mundo exterior. A alma é sensual.
O livro está longe de um subjetivismo, suas demonstrações são objetivamente científica, filosófica e poética.
Não sei se posso chamar a construção do espaço aberto ao tempo de um delírio/sonho como uma objetividade.
O livro é líquido, fluido como um rio caudaloso em cheia que nos arrebata.
Quanto à nossa luta, é um grande esforço contra a ideologia reacionária que impregnou a realidade impulsionada pelo fenômeno do Word Wide Web.
Se pode ver uma semelhança da mídia da época do Terceiro Reich, menos evoluída do que a mídia de hoje, em que o cinema e o rádio promoveram a disseminação do idealismo fascista.
Essa luta entre o idealismo e o materialismo é encarniçada e sem trégua.
Todos somos iguais, todos!
Mas você se agigantou. És um indivíduo, uma singularidade.
Marcos Inácio Nunes Montes
Arquiteto e participante do espaço aberto ao tempo