Dança Solar: Van Gogh, Falsificações E O Eclipse Da Certeza
Código: 340348760 / MP958001971

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Danças Solares
Em Danças Solares , Modris Eksteins, historiador de renome e autor best-seller, traça mais um de seus vastos panoramas, lançando luz sobre o conturbado intervalo que vai da Primeira Guerra Mundial até a queda do Muro de Berlim.
Com olhar perspicaz, Eksteins penetra as camadas mais sutis da cultura e da política ocidentais, revelando as tensões e transformações que marcaram esse período decisivo.
Esta obra, que sucede A Sagração da Primavera (2021) e Desde o Romper da Aurora (2024), investiga:
- O legado de Van Gogh.
- As complexas relações entre verdade, fama e as crises que abalaram a Europa no entreguerras.
Abordando questões que seguem urgentes como a legitimidade e a mentira, Eksteins sustenta que a arte de Van Gogh saciou a sede por transcendência, numa época dominada pela razão, ao mesmo tempo que alimentou a mercantilização da cultura e a falsificação.
O pintor holandês transformou-se em um ícone moderno que, para alguns, simboliza renascimento, para outros, excesso.
Nesse contexto, desponta a história de Otto Wacker, um marchand berlinense que lançou no mercado supostas obras do artista e chegou a ser julgado por falsificação.
Entre debates inflamados de especialistas e técnicas científicas inconclusivas, põe-se em xeque a própria noção do que chamamos verdade.
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| Código da Certificação ANVISA | Não se aplica |
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| Código da Homologação | Não se aplica |
Danças Solares
Em Danças Solares , Modris Eksteins, historiador de renome e autor best-seller, traça mais um de seus vastos panoramas, lançando luz sobre o conturbado intervalo que vai da Primeira Guerra Mundial até a queda do Muro de Berlim.
Com olhar perspicaz, Eksteins penetra as camadas mais sutis da cultura e da política ocidentais, revelando as tensões e transformações que marcaram esse período decisivo.
Esta obra, que sucede A Sagração da Primavera (2021) e Desde o Romper da Aurora (2024), investiga:
- O legado de Van Gogh.
- As complexas relações entre verdade, fama e as crises que abalaram a Europa no entreguerras.
Abordando questões que seguem urgentes como a legitimidade e a mentira, Eksteins sustenta que a arte de Van Gogh saciou a sede por transcendência, numa época dominada pela razão, ao mesmo tempo que alimentou a mercantilização da cultura e a falsificação.
O pintor holandês transformou-se em um ícone moderno que, para alguns, simboliza renascimento, para outros, excesso.
Nesse contexto, desponta a história de Otto Wacker, um marchand berlinense que lançou no mercado supostas obras do artista e chegou a ser julgado por falsificação.
Entre debates inflamados de especialistas e técnicas científicas inconclusivas, põe-se em xeque a própria noção do que chamamos verdade.