Corpo, Pulsão E Vazio
Marca: Ciranda Cultural-Código: 325396361 / MP932765122

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Assim Como As Agulhas De Tricô Que, Ao Se Entrelaçarem Umas Sobre As Ou – Tras, Constroem Uma Tessitura, A Conceituação De Corpo Entretece Modos De Olhar, Perceber E Nomear Que Possibilita Ou Impede Que Um Horizonte De Experiências E De Escuta Do Corpo Se Viabilize. Essa Composição Se Dará Não Só Pelo Jogo Das Linhas Entrelaçadas – Aquilo Que Apreendemos E Que Compõe A Trama Significante Que Sustenta Nosso Experienciar, Mas Também Pelos Vazios – Aquilo Que, Recalcado, Ou Ainda, Não Nascido, Se Inscreve Como Marca, Ponto De Concretude Inassimilável. Nesse Sentido, A Conceituação De Corpo Se Efetiva Tangenciando Os Vazios E Os Recalques De Cada Cultura, Bem Como De Cada Prática E Dos Sujeitos Nela Envolvidos. Sabemos Sobre Os Vazios Que Deles Nasce O Tropeço Que Permite A Queda E Com Ela, A Possibilidade Do Trânsito, Condição Para Que Os Enlaçamentos Se Derivem Em Tecido. Arrisquemos Um Passo-tropeço/pas De Sens… Trabalhemos Esse Risco/corte Em Que O Corpo, Longe De Unidade, É Costura De Inacabamentos, É Urdidura Que Contorna O Vazio De Uma “lembrança Sem Lembrança”. Interroguemo-nos Sobre Seus “fantasmas Clandestinos”, Sobre O Nó Do Que Se Diz, Do Que Não Se Diz E Sobre O Que Se Denega. Interroguemo-nos, Sobretudo, Sobre Esse Nó Que É Emaranhado De Traços Inassimiláveis, Uma Espécie De Cicatriz Que Marca Qualquer Coisa Impossível De Ser Traduzida E Reconhecida A Partir Dos Recursos Que Temos Em Mãos. A Proposta Desse Livro, Ao Se Interrogar Sobre A Poética Da Corporeidade Tendo Como Operadores A Pulsão E O Vazio, Não É A De Se Furtar A Interpelar Sobre Os Modos Como Determinada Ordem Do Discurso Na Contemporaneidade Nos Implica Como Criadores Em Nossas Salas De Trabalho. Contudo, Reside Nele A Aposta De Formular Essas Questões Também Por Uma Via Negativa: De Que Corpo Não Se Fala? De Que Incidências Corporais Se Foge? De Qual Corpo Não Se Quer Saber?