As Metáforas Farmacoquímicas Com Que Vivemos
Código: 340418271 / MP958070603

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Psicofarmacologia e a Criação de Nomes para Efeitos
Uma vez que a psicofarmacologia obtém certos efeitos com uma substância, inaugura uma novidade para a qual não existia nome. É preciso então inventar formas de designar o que o fármaco produz. É isto o que convida à produção de metáforas diversas, todas com a mesma finalidade: enunciar pela palavra o efeito comportamental que a substância química ocasiona.
Nessa junção entre a substância e a metáfora, nascem os seguintes tipos de fármacos:
- Estabilizadores
- Moduladores
- Tranquilizantes
- Energizantes
- Antidepressivos
Tudo isso com o intuito de tornar o fármaco mais receptivo. Ou seja, além da produção de fármacos e derivados, faz-se necessária uma produção discursiva para falar dos efeitos encontrados.
A Visão de Orlando Coser sobre a Metapsicofarmacologia
Orlando Coser enfatiza aqui este conjunto acumulado de produções discursivas, operando uma sequência e uma continuidade ao longo desses desenvolvimentos no intuito de produzir uma visão de conjunto que ilumine as suas dimensões fundamentais, com ênfase nos problemas de fronteira entre a farmacologia e a sua dimensão meta, ou seja, que vai além das questões técnicas e científicas.
Neste sentido, a metapsicofarmacologia inclui também a metapsicologia , dada a importância que certos conceitos freudianos têm para a publicidade dos fármacos.
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| Importante | |
|---|---|
| Código da Certificação ANVISA | Não se aplica |
| Código da Certificação MAPA | Não se aplica |
| Código da Certificação INMETRO | Não se aplica |
| Código da Homologação | Não se aplica |
| Garantia do Fornecedor | null |
Psicofarmacologia e a Criação de Nomes para Efeitos
Uma vez que a psicofarmacologia obtém certos efeitos com uma substância, inaugura uma novidade para a qual não existia nome. É preciso então inventar formas de designar o que o fármaco produz. É isto o que convida à produção de metáforas diversas, todas com a mesma finalidade: enunciar pela palavra o efeito comportamental que a substância química ocasiona.
Nessa junção entre a substância e a metáfora, nascem os seguintes tipos de fármacos:
- Estabilizadores
- Moduladores
- Tranquilizantes
- Energizantes
- Antidepressivos
Tudo isso com o intuito de tornar o fármaco mais receptivo. Ou seja, além da produção de fármacos e derivados, faz-se necessária uma produção discursiva para falar dos efeitos encontrados.
A Visão de Orlando Coser sobre a Metapsicofarmacologia
Orlando Coser enfatiza aqui este conjunto acumulado de produções discursivas, operando uma sequência e uma continuidade ao longo desses desenvolvimentos no intuito de produzir uma visão de conjunto que ilumine as suas dimensões fundamentais, com ênfase nos problemas de fronteira entre a farmacologia e a sua dimensão meta, ou seja, que vai além das questões técnicas e científicas.
Neste sentido, a metapsicofarmacologia inclui também a metapsicologia , dada a importância que certos conceitos freudianos têm para a publicidade dos fármacos.