Albert Camus: A Justica Entre O Avesso E O Direito
Código: 338456662 / MP956123174

Conheça mais sobre o produto
Análise da Obra de Camus sobre a Justiça
Entre os complicados liames que tecem a burocracia do mundo absurdo, certamente a teia que corresponde à administração da justiça se destaca pela lógica implacável de seus inescapáveis paradoxos. É nesses fios que o indivíduo pode ser preso e enredado, sucumbindo às armadilhas da normalidade. Por isso o mundo de Camus é aquele em que os encadeamentos mais simples do cotidiano podem esconder, sob a aparente inocência dos fatos, a terrível incompreensibilidade das coisas. E talvez a situação em que a banalização e o mistério se entrecruzam de forma mais nítida seja a farsa do ritual jurídico.
Por isso se justifica plenamente a escolha de Caio Granduque de abordar, neste livro, a forma peculiar como Albert Camus considera, do começo ao fim de sua obra, a presença do direito como suporte das convenções sociais, algo que contrasta profundamente com a ausência de uma justiça real. (...) O livro de Caio Granduque é inteiramente modulado por essa escansão de uma justiça intermitente ou ausente, bem como pela ação arrojada de Camus, desde jovem, no jornalismo e no teatro, já de início na terra natal até a consolidação do escritor na França e na Europa, culminando com a consagração do Prêmio Nobel de Literatura: As dificuldades não o afugentaram da luta, assim como a glória não o acomodou nas vitórias.
- Franklin Leopoldo e Silva
Valor e prazo de entrega
Este produto não possui disponibilidade para entrega na sua região.
| Importante | |
|---|---|
| Código da Certificação ANVISA | Não se aplica |
| Código da Certificação MAPA | Não se aplica |
| Código da Certificação INMETRO | Não se aplica |
| Código da Homologação | Não se aplica |
Análise da Obra de Camus sobre a Justiça
Entre os complicados liames que tecem a burocracia do mundo absurdo, certamente a teia que corresponde à administração da justiça se destaca pela lógica implacável de seus inescapáveis paradoxos. É nesses fios que o indivíduo pode ser preso e enredado, sucumbindo às armadilhas da normalidade. Por isso o mundo de Camus é aquele em que os encadeamentos mais simples do cotidiano podem esconder, sob a aparente inocência dos fatos, a terrível incompreensibilidade das coisas. E talvez a situação em que a banalização e o mistério se entrecruzam de forma mais nítida seja a farsa do ritual jurídico.
Por isso se justifica plenamente a escolha de Caio Granduque de abordar, neste livro, a forma peculiar como Albert Camus considera, do começo ao fim de sua obra, a presença do direito como suporte das convenções sociais, algo que contrasta profundamente com a ausência de uma justiça real. (...) O livro de Caio Granduque é inteiramente modulado por essa escansão de uma justiça intermitente ou ausente, bem como pela ação arrojada de Camus, desde jovem, no jornalismo e no teatro, já de início na terra natal até a consolidação do escritor na França e na Europa, culminando com a consagração do Prêmio Nobel de Literatura: As dificuldades não o afugentaram da luta, assim como a glória não o acomodou nas vitórias.
- Franklin Leopoldo e Silva