Adeus, Identitarismo: A Hora Da Maré Vazante
Código: 340451586 / MP958105668

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O Identitarismo em Declínio e Seus Ecos
O identitarismo já não desfila com a mesma segurança de poucos anos atrás. Perdeu parte do encanto, começou a rachar em público e já não reina sem contestação nos meios que o celebraram com fervor. Mas seria tolice confundir desgaste com derrota. A linguagem identitária continua impregnando instituições, códigos de conduta, aparelhos culturais e mecanismos de intimidação. É desse ponto que parte o adeus identitarismo.
Antonio Risério volta ao tema para examinar não apenas a ascensão de uma ideologia, mas também o rastro que ela deixou:
- O empobrecimento deliberado do debate.
- A transformação da divergência em culpa.
- A acusação utilizada como arma.
- O avanço de uma moral punitiva que se apresenta como justiça.
Misturando análise, memória, polêmica e intervenção, o autor escreve sem reverência ao vocabulário da época. Seu alvo não é uma simples moda intelectual, mas um sistema de coerção simbólica que derrapou a vida pública, aviltou o debate democrático e fez do medo um princípio de organização cultural.
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| Código da Homologação | Não se aplica |
| Garantia do Fornecedor | null |
O Identitarismo em Declínio e Seus Ecos
O identitarismo já não desfila com a mesma segurança de poucos anos atrás. Perdeu parte do encanto, começou a rachar em público e já não reina sem contestação nos meios que o celebraram com fervor. Mas seria tolice confundir desgaste com derrota. A linguagem identitária continua impregnando instituições, códigos de conduta, aparelhos culturais e mecanismos de intimidação. É desse ponto que parte o adeus identitarismo.
Antonio Risério volta ao tema para examinar não apenas a ascensão de uma ideologia, mas também o rastro que ela deixou:
- O empobrecimento deliberado do debate.
- A transformação da divergência em culpa.
- A acusação utilizada como arma.
- O avanço de uma moral punitiva que se apresenta como justiça.
Misturando análise, memória, polêmica e intervenção, o autor escreve sem reverência ao vocabulário da época. Seu alvo não é uma simples moda intelectual, mas um sistema de coerção simbólica que derrapou a vida pública, aviltou o debate democrático e fez do medo um princípio de organização cultural.