A Pesca Artesanal Ribeirinha No Tapajós
Código: 340326594 / MP957979730

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A Navegação-obra: A Pesca Artesanal Ribeirinha no Tapajós
Regime de informação, regime de vida no Lago do Juá. Se assim a concebemos, translada, transversaliza, navega em mundos outros, interconecta-os de forma a ajuntar saberes formais e informais de forma humana e ética. É olhar crítico e atento, que aborda problemáticas sociais e não se contenta em apenas descrever o que observa, vai além, trazendo a possibilidade de inovadores diálogos epistêmicos, imagéticos, concretos, refletindo sobre o próprio autor desnudo, repleto de dúvidas, angústias, memórias e traumas. Nada é puro, neutro ou distante, mas intenso em cores, odores e dores.
Como se entrássemos em um dos barcos de pesca e fôssemos arriscar, viver a vida deles, enfrentar os riscos das intempéries da navegação, dos ventos fortes, do intempestivo. Dessa maneira, em um átimo, tanto pode-se morrer, aleijar-se na chuva ou no sol ardente, quanto é possível absorver os medos, as sensações ou partilhar intuições, informações, conhecimentos.
Assim, o autor vai remando, sonhando, levantando e jogando âncora, festejando em cachaça, desbravando campos conceituais e campos de forças reais. Nesse movimento de conhecer a pesca artesanal ribeirinha no gigante Tapajós, surgem os convites:
- Saber-fazer: seria ler e se ler nessa obra.
- Saber-pescar: seria metaforizar-se, entrar nessa margem do rio junto com as gente da gente e seguir rumo à pescaria, rir dos causos, entender seus dramas, e se possível respirar, fechar os olhos e lembrar que seria ótimo se eles também pudessem ouvir algo sobre nossas lutas, forças, fraquezas diárias, porque, afinal, temos nossos rios, nossos pescados, nossas florestas de símbolos, nosso Juá.
Valor e prazo de entrega
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| Importante | |
|---|---|
| Código da Certificação ANVISA | Não se aplica |
| Código da Certificação MAPA | Não se aplica |
| Código da Certificação INMETRO | Não se aplica |
| Código da Homologação | Não se aplica |
A Navegação-obra: A Pesca Artesanal Ribeirinha no Tapajós
Regime de informação, regime de vida no Lago do Juá. Se assim a concebemos, translada, transversaliza, navega em mundos outros, interconecta-os de forma a ajuntar saberes formais e informais de forma humana e ética. É olhar crítico e atento, que aborda problemáticas sociais e não se contenta em apenas descrever o que observa, vai além, trazendo a possibilidade de inovadores diálogos epistêmicos, imagéticos, concretos, refletindo sobre o próprio autor desnudo, repleto de dúvidas, angústias, memórias e traumas. Nada é puro, neutro ou distante, mas intenso em cores, odores e dores.
Como se entrássemos em um dos barcos de pesca e fôssemos arriscar, viver a vida deles, enfrentar os riscos das intempéries da navegação, dos ventos fortes, do intempestivo. Dessa maneira, em um átimo, tanto pode-se morrer, aleijar-se na chuva ou no sol ardente, quanto é possível absorver os medos, as sensações ou partilhar intuições, informações, conhecimentos.
Assim, o autor vai remando, sonhando, levantando e jogando âncora, festejando em cachaça, desbravando campos conceituais e campos de forças reais. Nesse movimento de conhecer a pesca artesanal ribeirinha no gigante Tapajós, surgem os convites:
- Saber-fazer: seria ler e se ler nessa obra.
- Saber-pescar: seria metaforizar-se, entrar nessa margem do rio junto com as gente da gente e seguir rumo à pescaria, rir dos causos, entender seus dramas, e se possível respirar, fechar os olhos e lembrar que seria ótimo se eles também pudessem ouvir algo sobre nossas lutas, forças, fraquezas diárias, porque, afinal, temos nossos rios, nossos pescados, nossas florestas de símbolos, nosso Juá.