A Condição De Proletariedade: Praxis E Trabalho Vivo No Século Xxi
Código: 340351983 / MP958005454

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Descrição do Livro
Este livro constitui uma reelaboração ampla e profundamente revisada das reflexões originalmente apresentadas em "A Condição de Proletariedade" (2008) e em diversos ensaios posteriores dedicados ao desenvolvimento dessa categoria. Não se trata, porém, de uma simples reedição. O presente volume representa uma reconstrução conceitual da noção de condição existencial de proletariedade, agora ampliada, ilustrada e aprofundada à luz das transformações históricas do capitalismo contemporâneo.
Objetivo Central
O objetivo central é explicitar o conceito de condição existencial de proletariedade e seu fundamento sócio-ontológico: o estranhamento (entfremdung).
Questão Orientadora
A questão que orienta toda a investigação pode ser formulada nos seguintes termos:
- Qual é a matéria social e existencial a partir da qual se constitui ou deixa de se constituir a classe trabalhadora enquanto sujeito histórico?
Em outras palavras, busca-se compreender as condições objetivas e subjetivas que tornam possível a formação do proletariado como força social capaz de projetar uma ordem fundada na emancipação humana .
A Categoria de Proletariedade
Ao longo dos capítulos, a categoria de proletariedade funciona como eixo articulador da análise. Ela designa a experiência histórica produzida pelo capital sobre a existência dos indivíduos, isto é, as múltiplas formas pelas quais o estranhamento organiza a vida social, modela a subjetividade e redefine os modos de viver, trabalhar e relacionar-se.
O Ponto Decisivo
Entretanto, a investigação não se encerra na análise dessa determinação objetiva. A questão decisiva permanece em aberto:
- O que os seres humanos fazem daquilo que o capital faz deles?
É nesse ponto que a reflexão desloca-se da necessidade para o campo da contingência, da liberdade e da práxis . Se o estranhamento constitui a base histórica da proletariedade, ele não elimina a possibilidade da ação coletiva. Ao contrário, abre o problema da constituição política do proletariado, das escolhas teleológicas que orientam sua prática e das formas históricas de organização.
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Descrição do Livro
Este livro constitui uma reelaboração ampla e profundamente revisada das reflexões originalmente apresentadas em "A Condição de Proletariedade" (2008) e em diversos ensaios posteriores dedicados ao desenvolvimento dessa categoria. Não se trata, porém, de uma simples reedição. O presente volume representa uma reconstrução conceitual da noção de condição existencial de proletariedade, agora ampliada, ilustrada e aprofundada à luz das transformações históricas do capitalismo contemporâneo.
Objetivo Central
O objetivo central é explicitar o conceito de condição existencial de proletariedade e seu fundamento sócio-ontológico: o estranhamento (entfremdung).
Questão Orientadora
A questão que orienta toda a investigação pode ser formulada nos seguintes termos:
- Qual é a matéria social e existencial a partir da qual se constitui ou deixa de se constituir a classe trabalhadora enquanto sujeito histórico?
Em outras palavras, busca-se compreender as condições objetivas e subjetivas que tornam possível a formação do proletariado como força social capaz de projetar uma ordem fundada na emancipação humana .
A Categoria de Proletariedade
Ao longo dos capítulos, a categoria de proletariedade funciona como eixo articulador da análise. Ela designa a experiência histórica produzida pelo capital sobre a existência dos indivíduos, isto é, as múltiplas formas pelas quais o estranhamento organiza a vida social, modela a subjetividade e redefine os modos de viver, trabalhar e relacionar-se.
O Ponto Decisivo
Entretanto, a investigação não se encerra na análise dessa determinação objetiva. A questão decisiva permanece em aberto:
- O que os seres humanos fazem daquilo que o capital faz deles?
É nesse ponto que a reflexão desloca-se da necessidade para o campo da contingência, da liberdade e da práxis . Se o estranhamento constitui a base histórica da proletariedade, ele não elimina a possibilidade da ação coletiva. Ao contrário, abre o problema da constituição política do proletariado, das escolhas teleológicas que orientam sua prática e das formas históricas de organização.